quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Marcopolo e Neobus faturam bilhões nos seis primeiros meses do ano







Produção de ônibus urbanos da Marcopolo S.A. cresce 120% neste ano e receita tem alta de 43,3%






Torino se tornou um dos ônibus mais produzidos na América Latina (Clique para ampliar)




Já lucro líquido teve elevação de 86%. Neobus que operava em prejuízo, já registrou lucro líquido de R$ 6,3 milhões, no terceiro trimestre deste ano.


Jailson Silva ( Blogueiro)


A Marcopolo S.A. informou na noite desta segunda-feira, 06 de agosto de 2018, que registrou aumento de produção de ônibus urbanos de 120%, no primeiro semestre deste ano em relação a semelhante período de 2018.


Ainda de acordo com a Marcopolo S.A., no primeiro semestre deste ano forneceu 1.689 unidades de urbanos contra 769 no período do ano passado.


A participação no mercado de carrocerias urbanas, que era de 26,7%, no primeiro semestre do ano passado, saltou para 56,6% no mesmo período de 2018.


Confira os modelos de urbanos mais vendidos:













Já a produção da Marcopolo S.A. no segmento de rodoviários aumentou quase 100%, com 1.063 unidades no primeiro semestre de 2018, contra 541 nos seis primeiros meses do ano passado.


A empresa destacou também grandes vendas nos segmento de micros e escolares, com a entrega de ônibus escolares – micros, modelos Volare e urbanos – para o programa Caminho da Escola e para a Secretaria de Educação de Minas Gerais (SEDUC-MG). A perspectiva da Marcopolo S.A. é de aumento da demanda para o Caminho da Escola no segundo semestre.


Os números de produção são superiores aos do mercado geral de ônibus, contando todas as marcas e segmentos (inclusive as concorrentes), que registrou alta de 39,1% no primeiro semestre.


RECEITA:


A Marcopolo informou ainda que registrou receita líquida consolidada de R$ 1,856 bilhão nos primeiros seis meses de 2018, com crescimento de 43,3% em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ 1,296 bilhão).


“O resultado reflete a melhora contínua na demanda de ônibus, tanto no mercado brasileiro como na exportação, que aumentaram 55,5% e 67,5%, respectivamente. O lucro líquido foi de R$ 54,3 milhões contra R$ 29,2 milhões no primeiro semestre de 2017 (crescimento de 86%).” – diz nota da empresa.


PERSPECTIVAS:


Na mesma nota, o diretor-geral da Marcopolo Francisco Gomes Neto, estima que a empresa deverá manter o ritmo de crescimento e produção também no segundo semestre. “Estamos otimistas com relação ao desempenho da indústria brasileira de ônibus, tanto no mercado interno como nas exportações. Temos expectativa de bom desempenho em todas as três marcas, Marcopolo, Neobus e Volare”, enfatiza o executivo.


O destaque a partir de agora deve ser o próximo trimestre, com carteira de pedidos consistente para os próximos meses. “Esperamos que a retomada de volumes se sustente nos próximos meses, sobretudo no mercado externo que, com a desvalorização do real, pode impactar positivamente a receita líquida e os resultados operacionais”,complementa Francisco Gomes Neto.


NEOBUS:


Após reformular a Neobus, empresa de propriedade integral da Marcopolo desde 2016, a Marcopolo S.A. diz que já colhe os primeiros frutos.


A Neobus que operava em prejuízo, já registrou lucro líquido de R$ 6,3 milhões, no terceiro trimestre deste ano.


As iniciativas adotadas na Neobus, direcionadas ao aumento de volumes e eficiência apresentam os primeiros resultados positivos. No segundo trimestre deste ano, a unidade registrou lucro líquido de R$ 6,3 milhões, revertendo prejuízo de R$ 8,9 milhões do mesmo período de 2017. A produção aumentou de 324 unidades no segundo trimestre de ano passado para 826 no segundo trimestre deste ano, com incremento de 154,9%, favorecida pela transferência da produção de modelos Volare da unidade Planalto.


A Neobus passa a se dedicar a micro-ônibus urbano (Thunder +), urbano mais simples e robusto (New Mega) e lançou recentemente um modelo também mais simplificado para fretamento (Spectrum 325).


Com essa nova estratégia de atribuir à Neobus veículos mais simples e robustos, a Marcopolo S.A. extingue os modelos rodoviários New Road, o micro rodoviário Thunder+ e os urbanos pesados Mega Plus, Mega BRS e Mega BRT.





Confira os modelos de urbanos mais vendidos:










Já a produção da Marcopolo S.A. no segmento de rodoviários aumentou quase 100%, com 1.063 unidades no primeiro semestre de 2018, contra 541 nos seis primeiros meses do ano passado.


A empresa destacou também grandes vendas nos segmento de micros e escolares, com a entrega de ônibus escolares – micros, modelos Volare e urbanos – para o programa Caminho da Escola e para a Secretaria de Educação de Minas Gerais (SEDUC-MG). A perspectiva da Marcopolo S.A. é de aumento da demanda para o Caminho da Escola no segundo semestre.


Os números de produção são superiores aos do mercado geral de ônibus, contando todas as marcas e segmentos (inclusive as concorrentes), que registrou alta de 39,1% no primeiro semestre.


RECEITA:


A Marcopolo informou ainda que registrou receita líquida consolidada de R$ 1,856 bilhão nos primeiros seis meses de 2018, com crescimento de 43,3% em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ 1,296 bilhão).


“O resultado reflete a melhora contínua na demanda de ônibus, tanto no mercado brasileiro como na exportação, que aumentaram 55,5% e 67,5%, respectivamente. O lucro líquido foi de R$ 54,3 milhões contra R$ 29,2 milhões no primeiro semestre de 2017 (crescimento de 86%).” – diz nota da empresa.


PERSPECTIVAS:


Na mesma nota, o diretor-geral da Marcopolo Francisco Gomes Neto, estima que a empresa deverá manter o ritmo de crescimento e produção também no segundo semestre. “Estamos otimistas com relação ao desempenho da indústria brasileira de ônibus, tanto no mercado interno como nas exportações. Temos expectativa de bom desempenho em todas as três marcas, Marcopolo, Neobus e Volare”, enfatiza o executivo.


O destaque a partir de agora deve ser o próximo trimestre, com carteira de pedidos consistente para os próximos meses. “Esperamos que a retomada de volumes se sustente nos próximos meses, sobretudo no mercado externo que, com a desvalorização do real, pode impactar positivamente a receita líquida e os resultados operacionais”,complementa Francisco Gomes Neto.


NEOBUS:


Após reformular a Neobus, empresa de propriedade integral da Marcopolo desde 2016, a Marcopolo S.A. diz que já colhe os primeiros frutos.


A Neobus que operava em prejuízo, já registrou lucro líquido de R$ 6,3 milhões, no terceiro trimestre deste ano.


As iniciativas adotadas na Neobus, direcionadas ao aumento de volumes e eficiência apresentam os primeiros resultados positivos. No segundo trimestre deste ano, a unidade registrou lucro líquido de R$ 6,3 milhões, revertendo prejuízo de R$ 8,9 milhões do mesmo período de 2017. A produção aumentou de 324 unidades no segundo trimestre de ano passado para 826 no segundo trimestre deste ano, com incremento de 154,9%, favorecida pela transferência da produção de modelos Volare da unidade Planalto.


A Neobus passa a se dedicar a micro-ônibus urbano (Thunder +), urbano mais simples e robusto (New Mega) e lançou recentemente um modelo também mais simplificado para fretamento (Spectrum 325).


Com essa nova estratégia de atribuir à Neobus veículos mais simples e robustos, a Marcopolo S.A. extingue os modelos rodoviários New Road, o micro rodoviário Thunder+ e os urbanos pesados Mega Plus, Mega BRS e Mega BRT.






Veja os modelos vendidos pela Neobus e a Volare:










MERCADO EXTERNO:


A Marcopolo S.A. destacou o desempenho de produção na Austrália e China .


Nas unidades no exterior, os destaques foram as operações de Austrália e China, que apresentaram crescimento no trimestre de 84,1% e 20,0% respectivamente, em unidades produzidas. Em relação à receita, a Austrália apresentou um crescimento de 89,2% em comparação com o ano passado, já na unidade chinesa, o incremento foi de 79,4%.


Fonte: Marcopolo/ Neobus

Matéria: Diário do transporte com Adamo Bazani

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

BRT TRANSBRASIL VOLTA A SER CONSTRUIDO

Prefeito do Rio de Janeiro anuncia retomada das obras do BRT Transbrasil

Licitação havia sido anunciada em 2013 e, desde então, projeto teve construção suspensa e prazo de entrega prorrogado
JESSICA MARQUES
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciou nesta terça-feira, 31 de julho, a retomada das obras do BRT Transbrasil. A licitação havia sido divulgada pela Prefeitura em 2013 e, desde então, a construção foi suspensa e o prazo, prorrogado.
Quando concluído, o corredor para ônibus articulados, com 39 km de extensão, ligará o bairro de Deodoro, na Zona Oeste, ao Terminal Américo Fontenelle, localizado atrás da Central do Brasil, no Centro, conforme informações da Prefeitura.
“O desenho original, licitado em 2014, previa um trajeto um pouco menor, até o Caju. Mas Crivella conseguiu aprovar, junto ao Ministério das Cidades e à Caixa Econômica Federal, a alteração do escopo para estender a via expressa até o Centro, sem impactar no orçamento original, licitado em R$ 1,4 bilhão. Com 80% do projeto prontos, a obra deve ser concluída em um ano e gerar cerca de duas mil vagas de emprego” – informou a Prefeitura, em nota.
A administração municipal informou que o prazo estimado para que o consórcio responsável pela obra remonte a estrutura necessária na Avenida Brasil é de dez a 15 dias. Neste período, os operários devem iniciar os trabalhos, segundo a Prefeitura.
TERMINAIS RODOVIÁRIOS
Além da conclusão do trajeto Deodoro-Central do Brasil, a Prefeitura informou que três terminais rodoviários de ligação serão construídos: o de Deodoro, que se conecta à Transoeste e à Transolímpica; o do Trevo das Margaridas, para absorver quem vem da Baixada Fluminense pela Rodovia Presidente Dutra; e o do Trevo das Missões, que receberá o fluxo da Baixada pela Avenida Washington Luiz.
“O edital para as obras dos terminais será lançado em setembro pela Prefeitura do Rio. O terminal em Deodoro custará aproximadamente R$ 100 milhões, e os outros dois, R$ 50 milhões cada um. O tempo estimado para a conclusão das três estações é de 18 meses, e os recursos são do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em paralelo, a Secretaria de Infraestrutura e Habitação já iniciou o estudo do projeto que, posteriormente, ampliará a Transbrasil com uma via que ligará Deodoro ao bairro de Santa Cruz, também na Zona Oeste” – informou a Prefeitura do Rio de Janeiro.
“O trajeto entre a Rodoviária Novo Rio e o Terminal Américo Fontenelle já foi realizado pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP) como exigência do legado olímpico. A companhia fez aproximadamente quatro quilômetros do BRT Transbrasil, assim como a calha especial na via expressa para receber os ônibus articulados. As ruas Rivadávia Correia e Bento Ribeiro, na Gamboa, receberão apenas obras de acabamento, como, por exemplo, as estações. O mesmo acontecerá com a Rodoviária Novo Rio, que terá adaptações e melhorias para receber o sistema BRT”.
CONHEÇA O PROJETO
O BRT Transbrasil foi projetado para ser um corredor de ônibus com 17 estações, ligando Deodoro ao Centro do Rio.
Segundo reportagem publicada pelo Diário do Transporte no início de 2018, o primeiro trecho das obras, ligando Deodoro ao Caju, foi iniciado ainda em 2015, mas as obras foram suspensas em agosto de 2016, na gestão do prefeito Eduardo Paes.
As obras foram retomadas na administração do prefeito Marcelo Crivella em abril de 2017, após a prefeitura pagar um reajuste no contrato no valor de R$ 115.171.402,03. O prazo de entrega foi prorrogado para julho de 2018.
Além de estender o prazo de entrega do BRT Transbrasil, a prefeitura anunciou que ele funcionaria apenas com ônibus biarticulados, o que deveria ocorrer após a licitação e a conclusão de três terminais (Deodoro, Missões e Margaridas), além do trecho Caju-Centro.
Já em abril de 2018, no entanto, o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Pesada informava que os serviços estavam paralisados desde março por falta de repasses da prefeitura para o consórcio, formado pelas empresas Odebrecht, Queiroz Galvão e OAS.
Ainda segundo o sindicato, cerca de 1.300 trabalhadores já tinham sido demitidos: 600 em novembro de 2017 e outros 700 entre janeiro e fevereiro de 2018. Da obra inicial, perto de uma centena de operários seguiam trabalhando no canteiro central, dos quais 50 deles para a manutenção.
A prefeitura do Rio alega que as obras foram paralisadas por conta do contingenciamento do governo federal. E o Ministério das Cidades, no fim do ano passado, colocou em xeque a funcionalidade da obra, apontando a ausência de conexão do corredor do Caju ao Centro do Rio.
As obras do BRT Transbrasil em seu primeiro trecho consumiram até aqui 64% dos R$1,4 bilhão investidos, e até o momento a licitação para a construção de três terminais rodoviários não foi feita.
A prefeitura do Rio de Janeiro, diante da falta de recursos, fez mudanças no projeto original. O trecho entre Deodoro e Irajá será construído com asfalto e não mais em concreto. A expectativa é que com a economia de recursos seja possível completar a obra do Caju até o terminal Novo Rio. Desta maneira, o orçamento inicial já licitado seria mantido, e o BRT alcançaria o Terminal Américo Fontenelle, atrás da Central do Brasil.
O trajeto entre o Terminal Novo Rio e o Terminal Américo Fontenelle já foi realizado pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp) – são aproximadamente 4 km do BRT Transbrasil, assim como a calha especial na Via Expressa para receber os ônibus articulados.
A Prefeitura do Rio aguarda agora a liberação dos recursos bloqueados pelo Ministério das Cidades para poder reiniciar as obras. A expectativa é que a liberação ocorra ainda neste mês de julho.
HISTÓRICO DO BRT
Numa segunda-feira, dia 13 de maio de 2013, a Prefeitura do Rio de Janeiro anunciava a licitação para a construção do BRT Transbrasil.
Com 32 quilômetros de extensão, a informação era que o Transbrasil seria o maior BRT do mundo em relação à capacidade de transporte.
Em matéria do Diário do Transporte, assinada por Adamo Bazani, reportamos o que a Prefeitura do Rio anunciava à época:
“Quando estiver inteiramente pronto, vai atender diariamente a 900 mil passageiros. Capacidade semelhante à de linha de metrô, mas com custo bem menor: R$ 1,5 bilhão. Deste total, R$ 1,097 bilhão terá como fonte de recursos o PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – Mobilidade Urbana, do Governo Federal. O restante virá de recursos da Prefeitura do Rio de Janeiro.
A obra será dividida em duas etapas: Do Aeroporto Santos Dumont até a Ligação com o TransOeste (Galeão – Barra da Tijuca). O custo deste trecho será de R$ 785,5 milhões. A outra etapa vai ser da Ligação com o TransOeste até Marechal Deodoro.
O trajeto completo vai atender vias e conexões com alto fluxo de pessoas. O ponto de partida será na estação de trem Deodoro de onde vai percorrer pela a Avenida Brasil.
No centro da cidade, vai seguir pela Avenida Francisco Bicalho e Avenida Presidente Vargas, chegando ao Terminal da Candelária. Depois ele vai seguir para o Aeroporto Santos Dumont, passando por um túnel que começa na Avenida Presidente Antônio Carlos e segue sob o aterro do Flamengo.
Para a implantação do BRT, serão feitos 30 mil metros quadrados de pontes, túneis e viadutos e haverá o alargamento das pistas laterais da Avenida Brasil entre Irajá e Guadalupe, zona Norte da cidade.
O BRT Transbrasil terá 16 passarelas, 28 estações e quatro terminais que serão: Terminal Deodoro, Terminal Trevo das Margaridas, Terminal Trevo das Missões, Terminal Candelária. As estações serão do mesmo padrão do BRT TransOeste: climatizadas, com as plataformas na mesma altura do assoalho do ônibus, painéis com informações sobre horários e linhas, e com o sistema de pré-embarque, que é o pagamento da passagem antes da entrada no ônibus, o que diminui o tempo de parada nas estações.
As obras começam em setembro deste ano (2013) e devem ficar prontas em 30 meses. Apenas um trecho estará em serviço para a Copa do Mundo de 2014. Para as Olimpíadas de 2016, todo o sistema deverá estar em operação.
Serão 881 veículos para atender a todo o sistema, a maior parte formada por ônibus articulados e ônibus biarticulados.
A Avenida Brasil é a principal ligação de regiões da zona Oeste e Norte com o centro do Rio, dá acesso a Linha Amarela, Linha Amarela, ponte Rio-Niterói, rodovia Washington Luiz (BR 040), rodovia Presidente Dutra (BR 116), e Rodovia Rio-Santos (BR 101).
O sistema BRT TRansBrasil vai se interligar com outros corredores de ônibus que compõe os planos de mobilidade urbana do Rio de Janeiro: Transolímpica, em Deodoro, e Transcarioca,na Ilha do Governador. Esses dois sistemas serão conectados ao BRT TransOeste, que já está em operação. Ao todo, serão 155 quilômetros de BRT no Rio de Janeiro”.

FONTE: DIÁRIO DO TRANSPORTES

terça-feira, 31 de julho de 2018

TRANSPÚBLICO - COM MUITAS NOVIDADES A FEIRA ESTA ABERTA COM MUITAS NOVIDADES


Marcopolo lança New G7 com mudanças estruturais e anuncia urbanos na planta de São Mateus-ES


ADAMO BAZANI
A Marcopolo apresentou oficialmente a nova linha de ônibus rodoviários, o New G7, uma nova versão da geração sete, que está no mercado desde 2009 e lidera o segmento.
Segundo a empresa, o momento agora é de recuperação do setor de transportes, após os efeitos da crise econômica brasileira e os lançamentos demonstram que a fabricante “fez a lição de casa” para superar o pior quadro.
Entre Marcopolo, Neobus e Volare são 12 lançamentos, e New G7 é um dos destaques.
A linha possui modernizações de design, com novo conjunto ótico, faróis de neblina, e frisos laterais.
A Marcopolo garante que as novidades não se restringe à estética, mas há aperfeiçoamentos de poltronas, que foram remodeladas, para aumentar o conforto dos passageiros.
A nova família conta com sistema novo de barras de sustentação na região do motorista, que reforçam o local de trabalho para aumentar a segurança.
Os espelhos foram reposicionados para melhorar a visibilidade.
Com isso, segundo a Marcopolo, a família G7 ganha um prolongamento do seu ciclo, durando mais anos no mercado, sem uma expectativa de uma oitava geração (G8) tão já.
Sobre micro-ônibus, também foi apresentado o novo Senior, com 2,4 metros de largura, maior altura interna e piso plano.
O urbano Torino também passou por mudanças e a fábrica de São Mateus, no Espírito Santo, que antes só era dedicada à Volare, agora faz urbanos, como o Torino.
Confira as imagens dos ônibus expostos na Transpúblico:
Fonte: Adamo Bazani

quinta-feira, 12 de julho de 2018

MARCOPOLO - PRESIDENTE EM ENTREVISTA FAZ DURAS AOS IMPOSTOS ALTOS , MAS AFIRMA QUE A EMPRESA ESTA EM CRESCIMENTO

"O que vemos são ações para aumentar a arrecadação", diz presidente da Marcopolo S.A

Executivo de fábrica de carrocerias de ônibus diz que mudança no Reintegra afeta investimentos



(foto: Júlio Soares/Objetiva/Divulgação )

Mesmo com indicadores econômicos ainda fragilizados, para a Marcopolo, uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do mundo, as vendas têm apresentado um comportamento favorável, o que vem refletindo nos seus números. A companhia fechou 2017 com crescimento de 11,7% e conseguiu no primeiro trimestre de 2018 chegar ao melhor desempenho para o período desde 2013.
Mas Francisco Gomes Neto, presidente da empresa desde 2015, tem alguns desafios pela frente. Um deles é no mercado argentino, onde mantém uma sociedade com duas empresas. Outro é resultado de uma recente decisão do governo do presidente Michel Temer (MDB), que cortou expressivamente a alíquota do Reintegra, programa que desonera exportadores, para subsidiar a redução do preço do diesel depois da greve dos caminhoneiros.

Para o executivo, a redução do benefício tributário, “quase eliminado com o objetivo de elevar a arrecadação”, pode ter como efeito no médio e no longo prazo o comprometimento da competitividade das empresas, inclusive da Marcopolo, afetar a competitividade e provocar a redução de investimentos. Além desse problema, Gomes Neto lembra o fato de o governo não ter conseguido aprovar a Reforma da Previdência até agora, o que deve ficar para o próprio político eleito para o Palácio do Planalto, o que também mexe com a confiança dos investidores.
Apesar da mudança na regra do Reintegra, Gomes Neto mantém o entusiasmo, especialmente em relação ao mercado internacional – em boa medida, por conta do comportamento das vendas no continente africano.

A aprovação da reforma trabalhista e o adiamento da reforma da previdência tiveram algum impacto?    
A reforma trabalhista provocou uma redução das ações trabalhistas em geral, o que beneficia ou deixa de prejudicar todas as empresas. A não votação da reforma da previdência afeta a economia como um todo ao reduzir a confiança dos investidores na capacidade de o país ajustar seus custos à realidade de seu orçamento. Por outro lado, o que vemos são ações do governo buscando aumentar sua arrecadação por meio da quase eliminação do Regime especial de reintegração de valores tributários para os exportadores (Reintegra). Evidentemente que no médio e longo prazo todas as empresas, incluindo a Marcopolo, são afetadas em sua competitividade e redução de investimentos.

" A cotação do dólar está favorável, o que tende a colaborar com o crescimento das exportações. Mas sabemos que essa relação pode mudar , com como já ocorreu, e fazer com que o produto brasileiro perca a competitvidade"

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As eleições presidenciais estão mais imprevisíveis do que nunca. Isso tem afetado os negócios?

A eleição afeta diretamente o segmento, que está ligado ao “folego” dos municípios, estados e governo federal em investir. Por outro lado, a retração de demanda registrada nos últimos anos fez com que a frota nacional ficasse mais velha e precisasse ser renovada. Esta renovação está acontecendo e precisará continuar para que o Brasil mantenha seus níveis de qualidade e eficiência na prestação dos serviços de transporte e mobilidade.

Já é possível perceber sinais de recuperação da economia brasileira?
Sim. Desde o segundo semestre de 2017 o mercado brasileiro de ônibus começou a retomar. Primeiro no segmento de rodoviários e, neste ano, também nos segmentos de urbanos e micro-ônibus. Com isso, a Marcopolo fechou 2017 com crescimento de 11,7% em seus negócios e, no primeiro trimestre de 2018, alcançou o melhor desempenho para o período, desde 2013. A empresa registrou receita líquida consolidada de R$ 764,8 milhões (crescimento de 37,9%) e lucro líquido consolidado de R$ 30,9 milhões, contra receita de R$ 554,6 milhões e um lucro de R$ 3,2 milhões do mesmo período do primeiro trimestre de 2017. Esse crescimento foi reflexo do maior faturamento no mercado doméstico e de exportações, que apresentaram respectivamente, um aumento de 122,7% e 39,6%, em valores, quando comparados com o primeiro trimestre do ano anterior.

Como o mercado internacional tem se comportado?
Enquanto a produção brasileira de carrocerias de ônibus cresceu de 59,4%, a produção nas fábricas brasileiras da Marcopolo subiu 76,7%, em relação ao ano anterior. As exportações continuaram fortes, com crescimento de 46,3% no volume de unidades produzidas em comparação com o primeiro trimestre de 2017. As vendas ao continente africano permanecem em destaque, reflexo do amadurecimento de iniciativas estratégicas voltadas à exportação, como o Projeto Conquest e a abertura de escritórios regionais para maior aproximação com os mercados internacionais. A expectativa é de manutenção do crescimento das exportações, com ampliação da representatividade dos mercados da América Latina na composição de vendas ao longo de 2018.

"Independentemente da força e importância do mercado brasileiro de ônibus, um dos mais relevantes do mundo, a empresa tem como meta crescer suas operações no exterior"

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O câmbio tem ajudado?
A questão cambial é tratada com muita naturalidade pela Marcopolo. Em sua estratégia, a empresa entende que precisa ser competitiva e eficiente independentemente da variação cambial. Nosso plano estratégico é bem definido e determinado para ampliar, gradativamente, a sua presença no mercado internacional. Independentemente da força e importância do mercado brasileiro de ônibus, um dos mais relevantes do mundo, a empresa tem como meta crescer suas operações no exterior, tanto por intermédio do aumento das exportações a partir do Brasil, o que vem sendo conquistado ano após ano, como também pela aceleração dos negócios de suas unidades estrangeiras.

Como é trabalhar com tanta imprevisibilidade em relação ao dólar?
A valorização ou desvalorização do real em relação às moedas dos países para os quais a empresa exporta é muito importante. No momento, a cotação está favorável, o que tende a colaborar com o crescimento das exportações. Mas sabemos que essa relação pode mudar, como já ocorreu, e fazer com que o produto brasileiro perca a sua competitividade e, consequentemente, as vendas diminuam ou se tornem menos rentáveis. A Marcopolo tem, ao longo dos últimos anos, alcançado os seus objetivos e crescido internacionalmente. Os negócios no exterior cresceram significativamente e passaram de R$ 1,07 bilhão, em 2013, para R$ 1,79 bilhão, no ano passado. As exportações pularam de 2.129 unidades enviadas ao exterior em 2013, para 3.271 unidades em 2017. No ano passado, as unidades controladas no exterior produziram 2.029 unidades, volume correspondente a 19,0% da produção consolidada da Marcopolo. Em que pese a retração de 5,5% nos negócios, essas operações mantiveram suas metas de desempenho.

Como está a operação da Marcopolo na Argentina, que enfrenta dificuldades?
A Marcopolo atua na Argentina há muitos anos, por intermédio de parceiros locais, a Metalpar e a Metalsur, que cobrem os segmentos de ônibus urbanos e rodoviários. No segmento de rodoviários exportamos carrocerias do Brasil. No ano passado, a Metalpar e a Metalsur apresentaram bom desempenho, beneficiando-se das boas perspectivas econômicas para o país. Mas neste ano ambas as operações estão sendo impactadas pela retração da economia local e a forte desvalorização do peso argentino.

Os principais indicadores da economia e seus reflexos nos contratos da empresa permitem trabalhar com a possibilidade de recomposição de seus custos e aumento de preço?
Depois de três anos muito ruins para a indústria brasileira de ônibus, talvez o cenário agora poderá ser mais positivo e promissor, mas a questão de custo e preço ganhou caráter vital para os operadores e isto é um aspecto muito delicado. Ao longo desse período, a Marcopolo desenvolveu várias ações visando ganhar ainda mais competitividade, produtividade e minimizar os efeitos da retração da demanda nos seus resultados operacionais, atuando também na redução de despesas e custos indiretos, no aumento da eficiência operacional e na melhoria do capital de giro pela redução de estoques e recebíveis. A fabricante optou por adotar uma política de recomposição de seus preços, sempre com base na elevação dos custos, principalmente das commodities, e de acordo com a capacidade de cada mercado em assimilar tais elevações de custos e preços.
fonte: Revista Diário do Transportes

sábado, 7 de julho de 2018

TORINO S DEIXA A NOMENCLATURA E ADOTA APENAS TORINO


Marcopolo deixa de usar denominação “Torino S” como estratégia comercial no segmento de urbanos


Imagem relacionada
À esquerda Torino (com o padrão de 2014) ao lado do Torino S (branco) na Marcopolo Rio – arquivo: maio/2017)
A linha, entretanto, continua com as duas opções de configuração, a lançada em 2014 e a mais simples, apresentada em maio de 2017
MATÉRIA: ADAMO BAZANI
Certamente, o Torino é um dos modelos de ônibus mais longevos da história dos transportes brasileiros.
Lançado em 1983 e destinado aos serviços urbanos e metropolitanos, o Torino teve várias versões ao longo destes 35 anos e conquistou alguns marcos, como estar entre os ônibus mais vendidos do País, com aproximadamente 120 mil unidades nestas décadas, e ser um dos primeiros modelos de biarticulados em Curitiba.
Relembre a história do Torino aqui:
Aproveitando o momento atual, de crescimento de vendas de ônibus urbanos, a Marcopolo S.A. reforça suas estratégias comerciais no segmento.
O país começa a passar, mesmo que timidamente, por um processo de recuperação, depois de uma crise que se arrastava desde 2014, e, ano eleitoral, sempre auxilia nas vendas de ônibus. Em especial dos urbanos.
Como mostrou o Diário do Transporte, segundo dados divulgados pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a produção de ônibus registrou um aumento de 49,7% no primeiro semestre de 2018 em comparação ao mesmo período de 2017.
O segmento de ônibus urbanos teve um crescimento mais representativo, de 57,1%, passando de 7.244 chassis produzidos no primeiro semestre de 2017  para 11.377 em semelhante período de 2018. A fabricação de rodoviários, por sua vez, teve um aumento de 30,3%, passando de 2.729 para 3.556.
Relembre:
E, num momento de recuperação e no âmbito de um mercado competitivo, fortalecer marca em vez de dividir parece ser a melhor opção.
Diário do Transporte apurou junto à Marcopolo que a linha do urbano mais vendido da empresa deixa de ter as denominações Torino e Torino S. O produto passa a ser chamado apenas de Torino, mas as duas opções de configuração continuam normalmente.
A atual geração do Torino foi lançada em 2013/2014 e o Torino S, considerado um produto mais simples, foi apresentado oficialmente à imprensa especializada em maio de 2017.
Relembre:
O “S” de Soluzione traz algumas características que o mercado de ônibus pedia e que simplificaram limpeza, manutenção e reposição de peças, como saia (parte inferior) reta, faróis traseiros redondos que podem ser trocados separadamente (luz de direção, de ré e lanterna), sinaleiras e faróis dianteiros redondos e intercambiáveis, além de para-choque traseiro dividido em três partes. A placa da traseira é afixada acima do para-choque.
Estas características fizeram com que a procura pela versão “S” semanas depois do lançamento fosse significativa.
O Torino com as características de 2014 continua também sendo oferecido.
A Marcopolo S.A. também tem outro trunfo para manter e ampliar participação entre os urbanos: a fabricante Neobus que deu prioridade ao segmento.
Recentemente, a Neobus divulgou o lançamento do modelo New MEGA, que atende à mesma categoria do Torino, tanto para chassis de PBT de 15 toneladas ou PBT de 17 toneladas.
Relembre:
A briga no segmento é intensa.
De acordo com a Fabus – Associação Nacional das Fabricantes de Ônibus, que reúne as principais encarroçadoras do país, entre janeiro e maio (o dado mais recente), a maior concorrente, Caio Induscar registrou produção de 1751 ônibus, a grande maioria para aplicações urbanas. A Marcopolo Rio, especializada em urbanos, produziu 1457 carrocerias.
Somando todas as empresas da Marcopolo S.A. que surgem no ranking da Fabus, Marcopolo, Marcopolo Rio e Neobus, nos cinco primeiros meses deste ano foram produzidas quase quatro mil carrocerias de diversos segmentos (3938), ou mais da metade de toda a produção apurada pela Fabus, que soma 7117 unidades.



FONTE: DIÁRIO DO TRANSPORTES

segunda-feira, 18 de junho de 2018

VEJAM AS NOVIDADES DA MOBIBRASIL SOCOROCABA

Consor Sorocaba - Caio Millennium BRT II SCANIA K310IA 6X2 Euro 5



Fonte: Mundo Rodoviário / https://www.youtube.com/attribution_link?a=JGY6Rjt1Jqzxh_kv&u=/channel/UCaqoS4he1FQ-2tJVcTdKl6w%3Ffeature%3Dem-uploademail

quarta-feira, 6 de junho de 2018

NOVA FABRICA MARCOPOLO EM SÃO PAULO JUNHO 2018


Marcopolo Abre Filial em São Paulo para se Aproximar Ainda mais dos Clientes


Objetivo é estreitar relacionamento com o mercado e ofertar melhor experiência em peças e serviços aos clientes
CARROCERIAS
A proximidade com o cliente e a maior velocidade de resposta no atendimento das demandas e serviços foram os principais motivos que levaram a Marcopolo a abrir uma nova filial em São Paulo, o maior mercado de ônibus do País, e ter um canal direto com a fábrica. Com a nova filial São Paulo, a partir deste mês de junho, a principal fabricante brasileira e líder nos segmentos Rodoviário, Micro-ônibus e Miniônibus se aproxima ainda mais dos operadores de transporte do Estado para atender de maneira ainda mais rápida e eficiente os seus parceiros.

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Segundo Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, este é o principal objetivo da nova filial. “Precisamos estar cada vez mais próximos dos nossos clientes e, em especial no caso de São Paulo, também de nossos parceiros de negócios, as fabricantes de chassis. A excelência no atendimento é cada vez mais um fator determinante em nosso negócio e somente assim poderemos oferecer produtos e serviços além das expectativas”, destaca o executivo.
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Esta estratégia da Marcopolo começou a ser adotada ainda em 2016, com a implementação do programa Brasil Ponta a Ponta, que promoveu inúmeras visitas a clientes em todas as regiões do País, possibilitando o fortalecimento da marca e incrementando relacionamento com o mercado em geral. “E foi justamente com o sucesso alcançado no Brasil Ponta a Ponta que decidimos ir além e nos aproximar dos clientes, fortalecendo ainda mais nossa presença no mercado”, destaca Rodrigo Pikussa
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A partir dessas visitas, a fabricante entendeu que, em alguns mercados específicos, a melhor forma de atender os clientes seria atuando diretamente. “A crise econômica que o País enfrentou desde o final de 2013 e que retraiu a demanda por ônibus em cerca de 70%, fez com que fosse fundamental buscar novas formas para o melhor atendimento dos clientes, maior eficiência operacional e produtividade”, explica Pikussa.
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A criação da filial São Paulo busca promover a excelência no atendimento, com serviços realizados por equipe especializada e treinada na própria fábrica, além de incrementar a disponibilidade e rapidez na entrega de peças originais. A gestão da filial permanecerá a cargo de Romeu Santos, que até então atuava com representante da marca, por intermédio da empresa Brasil Bus. “Os clientes seguirão sendo atendidos pela experiente equipe comercial oriunda da representação, agora com a proximidade, metodologia e apoio direto da Marcopolo”, destaca Pikussa.
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A operação, localizada na Avenida Tancredo Neves, no bairro Ipiranga, dispõe de ampla área construída, com estacionamento exclusivo para clientes, oficinas, área de treinamento técnico e sala de espera dedicada com todo o apoio ao motorista enquanto aguarda a entrega do veículo.
FONTE: Marcopolo - Secco Consultoria de Comunicação - 04.06.2018/ VIA EMAIL - A REVISTA MAGAZINNE ÔNIBUS PERNAMBUCO

LANÇAMENTO NOVA BUSSCAR E SUAS VERSÕES DO SEU VISSTA BUSS 340/360/DD

*VISSTA BUSS 340*

O DNA de excelência da Busscar é mantido em todos modelos da nova linha de produtos. Apresentamos o Vissta Buss 340, um produto com o padrão de qualidade superior já conhecido pelo mercado. O modelo possui comprimento de 12.000mm a 15.000mm*, largura externa de 2.600 e altura de 3.400mm. Configurações de poltronas e layouts internos, totalmente personalizáveis às necessidades de cada cliente.

*VISSTA BUSS 360*

O Vissta Buss 360 possui o mesmo design moderno e harmônico do VisstaBuss 340. Tem como dimensões, de 12.000mm a 15.000mm de comprimento, largura externa de 2.600 e altura de 3.600mm. A configuração interna, com diversas opções de poltronas e revestimentos, pode ser personalizada conforme a necessidade do cliente.

*VISSTA BUSS DD*

O veículo super luxo da Busscar exibe sofisticação nos detalhes e cuidado nos acabamentos, assim como os outros modelos lançados. Seu grande diferencial é a presença de dois pisos que, dependendo da configuração interna, podem abrigar o modelo e a quantidade de poltronas que melhor atender às necessidades do cliente. Seu design arrojado mantém as linhas características de um produto Busscar, tornando o modelo ainda mais imponente. O modelo possui comprimento de 14.000mm a 15.000mm, largura externa de 2.600 e altura de 4.100mm a 4.250mm


Não só os modelos, mas a fábrica e as formas de produção tiveram de ser modernizadas, já que a fábrica estava há cinco anos sem produção plena

Os três primeiros modelos produzidos são o Vissta Buss 360, vendido para a Viação Paraty, da região de Araraquara, interior de São Paulo; o Vissta Buss 340, para Viação Osasco, que fará linhas metropolitanas na Grande São Paulo, e o DD (Double Decker) – dois andares, que será exibido para o mercado.

Os próximos lançamentos, no início do segundo semestre deste ano, devem ser o Vissta Buss 400 (LD – Low Driver) e o El Buss 320, mais simples, para chassis de motores dianteiros.
Fonte: Busscar/ Video rotas do brsBra/ Fotos Diário do transporte

segunda-feira, 7 de maio de 2018

BUSSCAR JÁ COMEÇOU A FABRICAR E A REVISTA DO ÔNIBUS TRÁS EM PRIMEIRA MÃO AS PRIMEIRAS IMAGENS




A Nova Busscar começou sua produção efetiva em 2 de maio, Paulo Corso assume diretoria comercial e marca terá El Buss 320 motor dianteiro para fretamento e neste final de semana 05/05/2018 surgiu as primeiras imagens do ELBuss 320 da Paraty.


ELBUSS 320 MOTOR DIANTEIRO


ELBUSS 320 DE TRASEIRA

Desta vez as coisas vão andar na BUSSCAR e o sucesso já esta garantido com este belo modelo.