quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Marcopolo inicia produção do Aeromóvel neste mês - Revista do Ônibus Pe 2016 novembro

Carroceria é inspirada no modelo Viale BRT.
Renato Lobo*
Aeromóvel Marcopolo: carroceria é inspirada no modelo Viale BRT.Aeromóvel Marcopolo: carroceria é inspirada no modelo Viale BRT.
A cidade de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, deve ganhar um a nova linha de aeromóvel, com 18 km e 26 estações, e capacidade prevista para até 12 mil passageiros por hora no pico e de 82 mil por dia.
Uma primeira fase da linha denominada Leste-Oeste ligará os bairros Mathias Velho e Guajuviras, integrado com o trensurb. Nessa etapa, serão 17 estações em 12 km de extensão.
Para operar no ramal, a Marcopolo deve iniciar a fabricação dos primeiros veículos neste mês. A expectativa é que a primeira composição seja entregue em abril do ano que vem, e o segundo dois meses depois. O modelo está sendo desenvolvido com base na carroceria Viale BRT.
Atualmente, a primeira linha do modal interliga a Estação Aeroporto da Trensurb ao Terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho, funcionando no mesmo horário dos trens.
*Renato Lobo, técnico em Transportes Sobre Pneus e Trânsito Urbano.
fonte: Adamo Bazani

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Revista Ônibus Pe vol 05 novembro 2016 - BUSSCAR VOLTARA A FABRIVAR EM 2 ° semestre de 2017 e o valor da Venda 133 milhoes e 100 milhões pra começar a fábricar.

BusscarÔnibus da Busscar em Joinville
Grupo de investidores ofereceu proposta de pagamento em 52 parcelas, que será analisada pela Justiça
ADAMO BAZANI
A encarroçadora de ônibus Busscar, que teve falência decretada pela primeira vez em 2012, pode voltar a produzir na segunda metade de 2017.
No final de outubro, um grupo de investidores ofereceu à Justiça uma proposta para arrematar as três unidades fabris: a planta de carrocerias em Joinville, a unidade de Piraberaba, e unidade de Rio Negrinho, com a fábrica de peças.
Para não atrapalhar o andamento do processo, a justiça não divulgou oficialmente o nome dos integrantes do grupo de investidores.
Diário do Transporte teve acesso à decisão do juiz Walter Santin Júnior, da 5ª Vara Cível de Joinville, responsável pelo processo de falência da Busscar, que estipula as condições para o pagamento. A proposta ainda será analisada. A decisão sobre as condições de análise foi publicada no Diário da Justiça do Poder Judiciário de Santa Catarina.
De acordo com o juiz, só será aceita oferta de quantia igual ou superior a 49% do valor da avaliação (R$ 133.151.088,11).
E desta vez, a Busscar deve ser vendida de fato. Isso porque, a decisão deixa claro que, mesmo se houver nova proposta, a venda vai se concretizar, ou por leilão ou escolha do melhor valor.
“… havendo contraproposta em valor superior ou mais vantajosa para os credores será designado leilão simultaneamente eletrônico e pessoal e não havendo licitantes será homologada a melhor oferta constante nos autos que, assim, vincula o proponente ao seu fiel e integral cumprimento”
Além disso, de acordo com a decisão, oferecer proposta, ser selecionado e desistir pode custar caro: “Logo, em caso de desistência, fica estipulada a multa de 20% sobre o valor da proposta;”
O jornalista Claúdio Loetz apurou que um grupo de investidores ofereceu R$ 67,15 milhões pelas três unidades fabris da Busscar, valor compatível aos 49% da avalição exigidos pela Justiça.
A compra se daria em 52 parcelas: entrada de 14%, o que equivale a R$ 9,4 milhões, e o restante, R$ 57,74 milhões corrigidos por índice determinado pelo Tribunal de Justiça.
Neste aspecto, a proposta também é compatível com a exigência judicial à qual o Diário do Transporte teve acesso: “em caso de oferta em pagamento parcelado, as prestações deverão ser corrigidas pelos índices fixados pela Corregedoria-Geral de Justiça do Estado de Santa Catarina”
O grupo pretende investir ao menos R$ 100 milhões na fábrica e começar a produzir ônibus em meados de 2017. No mês de outubro, ao menos dez interessados visitaram as fábricas da Busscar, mas apenas um grupo investidor se interessou por toda a operação.
Caso as três fábricas e as peças fossem vendidas separadamente, o valor arrecadado seria menor que os R$ 67,15 milhões propostos por este grupo.
Uma das propostas negada foi de uma empresa imobiliária que ofereceu R$ 30 milhões apenas pelas instalações da fábrica de Joinville.
BREVE HISTÓRICO:
A Busscar foi fundada oficialmente como Nielson no dia 17 de setembro de 1946, com iniciativa de Augusto e Eugênio Nielson que começaram uma pequena oficina em Joinville, atuando na construção de móveis e utensílios e fazendo reparos em carrocerias de caminhões e cabines. Em 1948, a Nielson fez seu primeiro veículo de transporte coletivo, uma jardineira – ônibus simples feito de madeira. O veículo da Nielson foi uma encomenda da empresa Abílio & Bello Cia Ltda, que fazia a linha Joinville – Guaratuba, em Santa Catarina.
Foi na época do surgimento empreendimento dos Nielson, que o Brasil começava assistir mais intensamente o crescimento das cidades e também das relações comerciais entre as diferentes localidades. Tudo isso demandava uma maior oferta de transportes. Assim muitos empreendedores compravam chassis de caminhão, como da Ford e da GM, e precisavam transformá-los em ônibus para enfrentar as difíceis estadas de terra e verdadeiros atoleiros. Nesta época, a Nielson & Cia Ltda. tinha o comando do patriarca da família, Bruno, e do filho Harold.
Em 1958, um dos marcos para a Nielson foi o projeto de estrutura metálica para os ônibus.
No início dos anos de 1960, ganhavam as estradas os modelos Diplomata, carroceria de dois níveis que lembravam os Flxibles norte-americanos que, quando foram importados pela Expresso Brasileiro Viação Ltda eram chamados de Diplomata. A Nielson então conquistava definitivamente o mercado.
Nos anos de 1980, Nielson cresce mais e no segmento de rodoviário travava disputa acirrada com a Marcopolo e no segmento urbanos, a briga era com a Caio, praticamente de igual para igual.
A linha Diplomata tinha recebido novas versões e o Urbanuss ganhava atenção dos frotistas.
Por uma estratégia de negócios, a Nielson mudou a marca para Busscar. Inicialmete a marca foi conhecida como Busscar-Nielson. Surgiram os rodoviários El Buss e Jum Buss  e os urbanos da linha Urbanuss.
Em 2002, a Busscar começa enfrentar dificuldades financeiras. A família Nielson alegava problemas motivados pela variação cambial e também dificuldades de créditos, mas já havia também erros administrativos internos. O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social chegou a realizar empréstimos para empresa, que não foram plenamente honrados. A recuperação não foi plena, havendo novamente outro problema financeiro em 2004. A última crise da Busscar começou em 2008, quando a empresa começou a atrasar salários.
Depois de uma dívida que se aproximou de R$ 2 bilhões, contando juros, impostos e débitos com fornecedores, trabalhadores e bancos, a empresa teve a falência decretada em 27 de setembro de 2012 pelo juiz Maurício Cavalazzi Povoas. A decisão, no entanto, foi anulada em 27 de novembro de 2013, após recursos judiciais. No entanto, os recursos caíram em 5 de dezembro de 2013. A família Nielson chegou a apresentar um novo pedido de recuperação judicial, mas o juiz Luis Felipe Canever, de Santa Catarina, após negativa por parte dos credores, decretou no dia 30 de setembro de 2014, nova falência da encarroçadora de ônibus Busscar, que já foi uma das maiores do Brasil.
Os negócios continuam na América Latina com a atuação em parceira de outros grupos, com destaque para as operações na Colômbia.
A Busscar Colômbia foi formalizada no ano de 2002 sendo fruto de uma aliança entre a indústria local Carrocerías de Occidente, empresa fundada em 1995, e a Busscar Ônibus do Brasil, fundada pela família Nielson em 17 de setembro de 1946.
Foram várias tentativas de leilão da Busscar, três somente em 2016. No dia 8 de julho, terminou sem lance o terceiro leilão da empresa.
No final de outubro, foi apresentada uma proposta por um grupo de investidores com o objetivo de retomar as produções em meados de 2017.
CONFIRA DECISÃO NA ÍNTEGRA SOBRE AS CONDIÇÕES DE PROPOSTA:
5ª Vara Cível – Relação TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA – COMARCA DE JOINVILLE JUÍZO DE DIREITO DA 5ª VARA CÍVEL JUIZ(A) DE DIREITO WALTER SANTIN JUNIOR ESCRIVÃ(O) JUDICIAL EDNA EDEANI DOS SANTOS EDITAL DE INTIMAÇÃO DE ADVOGADOS RELAÇÃO Nº 0548/2016 ADV: EDUARDO HENRIQUE VIEIRA (OAB 7680/MT), EUCLIDES RIBEIRO S. JÚNIOR (OAB 5522/MT) Processo 0019998-35.2016.8.24.0038 – Exibição de Documento ou Coisa – Atos Processuais – Autor: I. P. R. U. – Falido: Busscar Onibus S/A – Isso posto, afasto a ideia de preço vil e autorizo o processamento da modalidade de venda a que alude a empresa interessada, pelo preço ofertado, encampada pelo administrador judicial, na forma do art. 144 da Lei n. 11.101/2005 e, por consequência:Determino à leiloeira que dê ampla e geral publicidade pelos meios ordinários disponíveis, considerando o valor da oferta como o mínimo necessário para formalizar eventual contraproposta;Determino que no edital de publicação faça constar: b.1) que a contraproposta deve atender a condição de valor antes referida e que o compromisso de retomada da atividade operacional, no mesmo ramo da falida, assumida pela empresa interessada e que assina a proposta em curso, poderá ser levado em consideração pelo juízo na apreciação de eventuais novas ofertas, salvo se for oferecida quantia igual ou superior a 49% do valor da avaliação (R$ 133.151.088,11) ou que de alguma forma atenda aos interesses dos credores; b.2) que havendo contraproposta em valor superior ou mais vantajosa para os credores será designado leilão simultaneamente eletrônico e pessoal e não havendo licitantes será homologada a melhor oferta constante nos autos que, assim, vincula o proponente ao seu fiel e integral cumprimento; b.3) que não havendo contrapropostas ou ofertas em leilão, não será recebida qualquer outra oferta nos autos, nem mesmo por intermédio da leiloeira, mantendo-se apenas aquela que inaugurou este incidente; b.4) que o produto da aquisição ou arrematação será entregue ao comprador ou arrematante livre de qualquer ônus, inclusive de natureza tributária; b.5) que em caso de oferta em pagamento parcelado, as prestações deverão ser corrigidas pelos índices fixados pela Corregedoria-Geral de Justiça do Estado de Santa Catarina; b.6) que os bens adquiridos ou arrematados ficam em garantia , logo, gravados por hipoteca judicial até a integral quitação de cada unidade considerada isoladamente;Determino, em caso de contraproposta por escrito de outro interessado, a realização de leilão (a ser brevemente designado) que, então, será regido pelo art. 142, I, da Lei n. 11.101/2015, ficando ciente o autor da contraproposta que, negativo o resultado do leilão, a sua oferta o vincula a aquisição do ativo operacional da massa e poderá ser homologada na forma do art. 144 da mesma lei. Logo, em caso de desistência, fica estipulada a multa de 20% sobre o valor da proposta;Determino a intimação da leiloeira para tomar ciência deste comando e atender as determinações acima, com a urgência, cautela e eficiência que o caso requer;Determino a intimação do Ministério Público para manifestação quanto à modalidade de alienação judicial eleita e sua pertinência para os interesses da massa e dos credores, ou para suscitar outras questões que reputar conveniente. Prazo: 5 dias.Determino a intimação da devedora e dos credores, estes por edital para ciência deste comando. Prazo: 5 (cinco) dias (CPC, art. 218, § 3º).Considerando a nova modalidade de venda adotada, fica estabelecida a remuneração da leiloeira em 5% sobre o valor da venda em caso de oportuna homologação.Postergo a análise das condicionantes descritas pela empresa interessada para momento oportuno, certo que, de nada adiantaria o juízo mergulhar em seu estudo se, oportunamente, a partir da publicidade ora determinada, existir melhor oferta que, por ser mais vantajosa aos interesses dos credores, venha prejudicar o inteiro teor da proposta ora recebida. Adianto que antes da decisão final admitindo a inexistência de outras ofertas e a regularidade na tramitação desta modalidade de alienação judicial todas as questões suscitadas pela empresa interessada serão apreciadas e, se ainda assim, persistir o seu interesse na aquisição do ativo operacional da massa, os autos serão conclusos para apreciação da homologação.Cumpra-se.
Fonte: Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Revista Ônibus Pe vol 05 Novembro 2016 - Neobus vendendo bem no nordeste

Neobus cresce 940% em vendas e ganha novos clientes

Em 2016, a encarroçadora San Marino Neobus obteve o expressivo crescimento de 940% das vendas de ônibus urbano de Fortaleza, em relação a 2015.
No ano anterior, a marca gaúcha amargou a venda de apenas cinco veículos, enquanto em 2016, a montadora vendeu 52 veículos, ou seja, mais de 10 vezes a quantidade de 2015.
Neste ano, até o momento, as empresas São José, Siará Grande, Santa Maria e Maraponga colocaram a Neobus na lista de fornecedores, fazendo com que a montadora amplie ainda mais a sua participação no mercado local.
Fonte: MOB Ceará
Redação: Narcísio Santos/Ismael Bernardino/Artur Mikael
Edição de imagens: Narcísio Santos

sábado, 22 de outubro de 2016

Revista do ônibus Pe vol 04 Outubro 2016 - BRT foi bom ou ruim nas Olimpiadas... ?

Mobilidade nas Olimpíadas teve a pior avaliação pela imprensa internacional

BRT lotou em alguns horários nas Olimpíadas. Foto de Leitor / Agência O Globo BRT lotou em alguns horários nas Olimpíadas. Foto de Leitor / Agência O Globo
Problemas de mobilidade superaram avaliação negativa em relação à segurança, segundo pesquisa do Ministério do Turismo
ADAMO BAZANI
A mobilidade urbana foi o item que teve a pior avaliação por parte da Imprensa internacional nas Olimpíadas de 2016.
É o que revela levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – Fipe, encomendado pelo Ministério do Turismo e que foi revelado nesta quinta-feira 29 de setembro de 2016.
A pesquisa foi realizada entre 06 e 23 de agosto e ouviu 435 profissionais de imprensa internacional. Também foram levantadas as matérias dos principais órgãos de informação a respeito dos jogos e da infraestrutura.
Segundo a pesquisa, no item infraestrutura, a mobilidade urbana foi o quesito que teve o maior número de avaliações negativas: 34,5% seguida de outro aspecto relacionado aos deslocamentos: sinalização de trânsito e turística, com 32,2% das impressões negativas.
Para esse resultado, os profissionais de imprensa levaram em conta o transporte público e também o trânsito. Entre os problemas estiveram o horário reduzido da Linha 4 do metrô e a lotação em alguns horários no sistema de corredores de ônibus BRT.
Em relação à infraestrutura, o ponto que teve melhor avaliação se refere aos aeroportos, com 94,2% de aprovação já o ponto positivo que mais recebeu destaque foi hospitalidade e alegria do Povo com 41,4%. As impressões negativas sobre a mobilidade ultrapassaram até mesmo a falta de segurança.
Acompanhe:
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PREÇOS:
Em relação aos preços, os transportes públicos mostram percepção diferente e foi o item com maior aprovação: transporte público (84,2%), atrativos turísticos (82,4%) e telefonia e internet (78,1%).
Em nota, o Ministro do Turismo, Alberto Alves, disse que considerou os resultados gerais positivos.
 “Ter resultados tão positivos junto a esse público formador de opinião é muito importante. Por características intrínsecas à profissão, os jornalistas são mais críticos e exigentes. Conseguimos mostrar que o Brasil está preparado e que podemos sediar grandes eventos e bem receber os turistas”

fonte: Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
https://diariodotransporte.com.br/2016/09/30/mobilidade-nas-olimpiadas-teve-a-pior-avaliacao-pela-imprensa-internacional/ 

Revista do ônibus Pe vol 04 Outubro 2016 - Comil esclarecimento...

Comil divulga carta para mercado e diz que vai produzir cinco ônibus por dia

 

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Empresa, em recuperação judicial, afirma que já opera em todo horário comercial
ADAMO BAZANI
Em recuperação judicial e após ter demitido mais de 800 funcionários neste ano, a encarroçadora de ônibus Comil, enviou nesta sexta-feira, 21 de outubro de 2016, uma carta para o mercado informando que fez ajustes da produção em relação à demanda e que os primeiros resultados das mudanças já estão sendo sentidos.
Segundo a companhia, que possui dívidas na casa dos R$ 430 milhões, o turno de produção que chegou a ser de quatro horas, agora já ocupa todo o horário comercial.
O planejamento é de produção de até cinco ônibus por dia nesta fase.
A empresa também confirmou a continuidade da produção de ônibus urbanos.
Havia como alternativa emergencial, um plano de suspender a produção desse tipo de veículo.
A reunião com os credores sobre a recuperação ainda não foi realizada.
A Comil admitiu logo após o pedido de recuperação judicial, em setembro, que além da crise econômica que afeta todo segmento de ônibus, ocorreram erros de planejamento e investimentos, como a fábrica de urbanos de Lorena, que funcionava desde dezembro de 2013.
A unidade foi fechada em 28 de janeiro deste ano.
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fonte: Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes 
https://diariodotransporte.com.br/2016/10/21/comil-divulga-carta-para-mercado-e-diz-que-vai-produzir-cinco-onibus-por-dia/ 

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Revista do Onibus Pe vol 04 Outubro - Mercedes-Benz do Brasil lança o maior ônibus superarticulado para BRT do mundo



A novidade da Mercedes-Benz do Brasil é uma versão do chassi O 500 MDA, destinado a ônibus superarticulados. A capacidade é maior, e o veículo atende a mais de 220 passageiros, 10% de aumento em relação ao modelo anterior.
O anúncio foi feito numa avant-première, no Salão Internacional de Veículos Comerciais, o IAA 2016. Realizado entre 22 e 29 de setembro em Hanover, na Alemanha, este é o maior evento mundial do setor.
O 500 MDA superarticulado será atração também na FetransRio 2016, a maior feira do segmento de ônibus no Brasil, que será realizada em novembro, no Rio de Janeiro.
“Trata-se do maior superarticulado para sistemas BRT e o maior articulado da marca Mercedes-Benz no mundo”, diz Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “Já opera, em fase de testes, no maior BRT do Brasil, no Rio de Janeiro, que foi utilizado por 11,7 milhões de pessoas durante os Jogos Olímpicos”.
Com o novo chassi, as empresas poderão transportar mais passageiros, otimizando a rentabilidade operacional, sem ocupar mais espaço nos corredores e faixas exclusivas do BRT e de outros sistemas.
Além disso, uma nova posição no sistema de captação de ar para o motor do veículo permite o aproveitamento do espaço interno, especialmente na parte traseira do ônibus.
“O transporte de massa e a mobilidade urbana são desafios cada vez mais presentes no dia a dia de órgãos gestores e de empresas operadoras. Nesse sentido, os superarticulados O 500 ganham cada vez mais espaço como soluções eficientes e rentáveis”, ressalta Leoncini.
“A resposta do mercado mostra que estamos na direção certa. Em três anos, já são mais de 1.000 unidades desse chassi vendidos no Brasil, sendo que 90% desse volume foram comercializados para a cidade de São Paulo”.
Fonte : Mercedes ônibus club